O debate sobre a instalação de pontos de cobrança de pedágio, um deles na BR-376 e outro na PR-445, continua gerando repercussão em Mauá da Serra. Após a divulgação da prefeitura, de reunião de organização de um manifesto, o padre Aparecido Porto de Jesus se pronunciou publicamente para esclarecer sua posição.
Segundo ele, não é favorável à realização de protestos na rodovia, principalmente por entender que a mobilização pode comprometer o direito de ir e vir das pessoas e ainda aumentar o risco de acidentes.
O religioso afirmou que, apesar de ter aparecido ao lado de autoridades durante reunião recente, foi pego de surpresa quando houve a convocação para a manifestação. Naquele momento, conforme explicou, apenas reforçou que qualquer ato deveria ser pacífico, mas ressaltou que sua linha de pensamento é outra.
Padre Porto defende que o caminho mais adequado é o diálogo. Ele revelou que já solicitou ao prefeito, Giva Lopes, em outras oportunidades, que busque negociação direta com a empresa responsável pelo pedágio. Segundo o pároco da cidade, existe a possibilidade de isenção para veículos do município, ao menos um por morador, modelo que já teria sido adotado em outras cidades. Afirma ainda que o município vai arrecadar com a cobrança e basta renunciar a uma porcentagem pequena desse valor, é o problema estaria resolvido.
Para o padre, a conversa e a busca de entendimento podem trazer benefícios coletivos sem causar transtornos à população nem colocar vidas em risco. Ele finalizou pedindo serenidade e reforçando que permanece à disposição para contribuir com soluções que atendam os interesses da comunidade. No link de vídeo, veja o pronunciamento do padre.


























































































































































































































