
O basquete brasileiro e mundial perdeu nesta sexta-feira, dia 17 de abril, um de seus maiores ídolos. Oscar Schmidt, morreu aos 68 anos, em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal.
Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, nas proximidades de onde residia, em Alphaville, mas não resistiu. A causa da morte não foi divulgada oficialmente.
Segundo o portal G1, em nota, a família lamentou profundamente a perda e destacou a trajetória de coragem do ex-jogador, que por mais de 15 anos enfrentou uma batalha contra um tumor cerebral. Mesmo diante das dificuldades, Oscar sempre demonstrou força, resiliência e amor à vida, tornando-se exemplo dentro e fora das quadras.
Natural de Natal (RN), Oscar construiu uma carreira histórica e se consolidou como um dos maiores nomes do basquete de todos os tempos. Com a camisa da seleção brasileira, participou de cinco edições dos Jogos Olímpicos e se tornou o maior cestinha da história das Olimpíadas, com 1.093 pontos marcados.
Seu estilo de jogo, marcado pela precisão nos arremessos, lhe rendeu o apelido de “Mão Santa” e o respeito de fãs e adversários ao redor do mundo. Mesmo sem atuar na NBA, foi reconhecido internacionalmente e incluído no Hall da Fama do basquete mundial.
Além das conquistas esportivas, Oscar também teve papel fundamental na popularização do basquete no Brasil, inspirando gerações de atletas e contribuindo para o crescimento da modalidade no país. Recentemente, havia sido homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil, em cerimônia no Rio de Janeiro, sendo representado pelo filho, já que se recuperava de uma cirurgia.
























































































































































































































