POLÊMICA – Motoristas reclamam de demora em sistema “pare e siga” da PRvias entre Mauá e Ortigueira

BERIMBALADAS – A reportagem recebeu diversas reclamações de usuários da BR-376 sobre a demora na liberação do tráfego durante os bloqueios no sistema “pare e siga” implantados pela concessionária CCR PRvias. Segundo relatos encaminhados ao Blog do Berimbau, os transtornos têm sido frequentes, principalmente no trecho entre Mauá da Serra e Ortigueira.

Um morador de Ortigueira informou que, no dia 21 de janeiro, ficou quase duas horas parado em uma fila, aguardando a liberação da rodovia. De acordo com ele, a situação causou atrasos significativos e dificuldades para quem precisava cumprir compromissos ou seguir viagem. Outras reclamações semelhantes também foram registradas, todas pedindo que o sistema pare e siga seja mais bem-planejado e que o tempo de espera, seja razoável, em torno de no máximo 20 minutos. “Sofre o motorista, sofre uma criança que está no carro, uma pessoa adoentada, enfim, a demora, a meu ver, representa um descaso”, disse um dos condutores.

Diante das reclamações, a reportagem entrou em contato com a concessionária, que encaminhou uma nota explicando a situação. Segundo a CCR PRvias, o trecho da BR-376 entre Mauá da Serra e Ortigueira faz parte das ações iniciais da concessão, que incluem serviços de conservação, recuperação geral e pavimentação, com reparos, fresagem e recomposição da pista.

A empresa informou que, durante os trabalhos, há pontos com interdição parcial, com o tráfego funcionando em pare e siga e revezamento entre os sentidos da via. As paradas, conforme a concessionária, são de aproximadamente 20 minutos, podendo ser reorganizadas conforme o volume de veículos. A CCR PRvias também destacou que mantém sinalização reforçada, com cones, bonecos-bandeira e placas ao longo das frentes de trabalho.

Ainda segundo a concessionária, o cronograma com os locais das intervenções é divulgado semanalmente em seu site e por meio da imprensa, além de informações atualizadas sobre o tráfego disponíveis pela internet e pelo telefone 0800 376 0000, que também funciona via WhatsApp, 24 horas por dia.

A reportagem seguirá acompanhando a situação e cobrando melhorias no fluxo de veículos, diante das reclamações recorrentes de motoristas que utilizam a BR-376.