
A música tem sido utilizada como ferramenta de acolhimento e humanização no Hospital Regional de Ivaiporã (HRIV), uma das unidades próprias da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa-PR), no Vale do Ivaí, por meio do projeto “Médico de Almas”. A iniciativa tem como objetivo proporcionar, ao som do violino, alívio emocional em um momento de fragilidade. A música é apresentada de forma espontânea, respeitando a rotina assistencial e as condições clínicas dos pacientes.
O projeto é desenvolvido pelo médico Joasly Belacusa, que também é violinista. Ele leva o instrumento à unidade e faz apresentações em áreas comuns e próximas aos leitos, envolvendo pacientes, equipes de enfermagem, médicos e demais profissionais. A proposta é utilizar a música como recurso de acolhimento, promovendo conforto e leveza no ambiente hospitalar.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), ações como essa estão alinhadas às diretrizes de humanização da assistência. Além do “Médico de Almas”, outros projetos, como Divulgação, Amor, Respeito e Paz (DARP), Passeio Terapêutico, Dia do Bicho, Barba e Cabelo, Projeto Gratidão, dentre outros fazem parte do cuidado nas unidades próprias do Governo do Estado.
“Essas iniciativas permitem a manutenção dos laços entre a família, paciente e equipe. Assim como essa, temos várias ações de humanização e programas de voluntariado desenvolvidos nas unidades hospitalares próprias do Estado”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
PROJETO MUSICAL – O projeto nasceu em agosto de 2025. O médico atua como geriatra na unidade e diz que a música tem um efeito imediato sobre as emoções. “O foco são os pacientes, mas também a equipe técnica, enfermeiros e médicos, além de outros colegas profissionais em geral. A música ajuda o ambiente de trabalho a ficar mais leve”, explica Joasly.
Além de beneficiar diretamente o Hospital de Ivaiporã, o projeto “Médico de Almas” também tem um caráter inspirador. “A intenção também é estimular outros profissionais da saúde que tenham ligação com a música, sejam músicos profissionais ou amadores, a levarem essa experiência para outros hospitais, ampliando ações de humanização no ambiente de cuidado”, complementou.
























































































































































































































