
A mais recente pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira, 14 de janeiro, mostra que a desaprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanece numericamente maior que a aprovação, embora dentro da margem de erro. Segundo o levantamento, 49% desaprovam a gestão federal, enquanto 47% aprovam. Na pesquisa anterior, divulgada em dezembro, os números eram semelhantes, com 49% de desaprovação e 48% de aprovação.
Apesar desse cenário, o estudo indica que Lula venceria as eleições presidenciais se o pleito fosse realizado hoje. No campo da direita, o levantamento mostra a consolidação de Flávio Bolsonaro como principal nome na disputa, ocupando o segundo lugar atrás de Lula em cenários de primeiro turno. Em uma simulação considerada mais provável, Lula aparece com 35% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 26% e pelo governador do Paraná, Ratinho Júnior, com 9%.
Em outro cenário que inclui o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, os números ficam assim: Lula com 36%, Flávio Bolsonaro com 23%, Tarcísio com 9% e Ratinho Júnior com 7%.
No segundo turno, a disputa mais equilibrada para Lula seria contra Tarcísio de Freitas. De acordo com a Genial/Quaest, Lula venceria com 44% dos votos, enquanto o governador paulista teria 39%. Em dezembro, Lula registrava 45% nesse mesmo confronto, e Tarcísio aparecia com 35%, o que indica crescimento do governador paulista. Já em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, a vantagem de Lula seria de cerca de sete pontos percentuais.
A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país, ouvindo brasileiros com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
Os dados reforçam um cenário de liderança eleitoral do presidente, mesmo com índices de aprovação e desaprovação tecnicamente empatados, e apontam uma reorganização do campo da direita em torno de nomes já conhecidos do eleitorado. Mais detalhes na Quaest






















































































































































































































