
Na sexta-feira, 13 de março, o Movimento Rio Ivaí Livre promoveu um encontro em Porto Ubá, em preparação ao 14 de março, data marcada pelo Dia Internacional de Luta Contra as Barragens, pelos Rios, pela Água e pela Vida. A reunião reuniu representantes da PARI (Patrulha Ambiental do Rio Ivaí), APP Sindicato, Laboratório de História e Educação Ambiental da UEM, UTFPR Campo Mourão, Ministério Público do Paraná e produtores rurais da região.
Segundo as informações divulgadas pelo movimento, o ato serviu para relembrar mais de dez anos de mobilização em defesa dos rios da região, além de discutir novos projetos e ações previstas para este ano. Outro destaque foi a entrega oficial de equipamentos adquiridos com recursos de edital do Free Rivers Fund, organização sem fins lucrativos voltada à conservação dos rios. O encontro aconteceu com apoio do empresário Teodoro, do restaurante Porto Ubá, que cedeu o espaço para a reunião.
Para falar sobre o tema na Rádio Nova Era FM, o repórter Ronaldo Senes (Berimbau), entrevistou o promotor de Justiça Dr. Robertson Azevedo e o professor Eduardo Souza de Morais, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Durante a entrevista, Robertson destacou que o Rio Ivaí segue como um dos principais patrimônios naturais do Paraná e reforçou a importância de manter o rio livre de barragens. Ele lembrou ainda que o Ivaí tem papel essencial para a reprodução de peixes do Rio Paraná, justamente por continuar sendo um rio sem reservatórios em toda a sua extensão principal.
Já o professor Eduardo Souza de Morais ressaltou a relevância ambiental, científica e social do Rio Ivaí, apontando que ele é o maior afluente livre de barragens do Rio Paraná. Segundo ele, o rio funciona como um verdadeiro laboratório natural e exige preservação permanente para garantir qualidade ambiental às futuras gerações. O professor também defendeu a aproximação entre universidade e comunidade, afirmando que o conhecimento científico precisa caminhar ao lado da vivência de quem mora, trabalha e convive diariamente com o rio.
Durante a entrevista, outro tema que chamou atenção foi a referência a estudos avançados em São João do Ivaí para a criação de uma área de proteção ambiental entre a região do Rio Ivaí e o município de Fênix. Conforme os entrevistados, a área abriga organismos raros, como esponjas de água doce encontradas em rochas do leito do rio e de afluentes, espécies consideradas indicadoras de boa qualidade ambiental. A mobilização em defesa do Rio Ivaí continua e novos eventos devem ocorrer nos próximos meses, incluindo uma programação prevista para abril em Porto Ubá.
Na sexta-feira, 13 de março, o Movimento Rio Ivaí Livre promoveu um encontro em Porto Ubá, em preparação ao 14 de março, data marcada pelo Dia Internacional de Luta Contra as Barragens, pelos Rios, pela Água e pela Vida. A reunião reuniu representantes da PARI (Patrulha Ambiental do Rio Ivaí), APP Sindicato, Laboratório de História e Educação Ambiental da UEM, UTFPR Campo Mourão, Ministério Público do Paraná e produtores rurais da região.
Segundo as informações divulgadas pelo movimento, o ato serviu para relembrar mais de dez anos de mobilização em defesa dos rios da região, além de discutir novos projetos e ações previstas para este ano. Outro destaque foi a entrega oficial de equipamentos adquiridos com recursos de edital do Free Rivers Fund, organização sem fins lucrativos voltada à conservação dos rios. O encontro aconteceu com apoio do empresário Teodoro, do restaurante Porto Ubá, que cedeu o espaço para a reunião.
Para falar sobre o tema na Rádio Nova Era FM, o repórter Ronaldo Senes (Berimbau), entrevistou o promotor de Justiça Dr. Robertson Azevedo e o professor Eduardo Souza de Morais, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Durante a entrevista, Robertson destacou que o Rio Ivaí segue como um dos principais patrimônios naturais do Paraná e reforçou a importância de manter o rio livre de barragens. Ele lembrou ainda que o Ivaí tem papel essencial para a reprodução de peixes do Rio Paraná, justamente por continuar sendo um rio sem reservatórios em toda a sua extensão principal.
Já o professor Eduardo Souza de Morais ressaltou a relevância ambiental, científica e social do Rio Ivaí, apontando que ele é o maior afluente livre de barragens do Rio Paraná. Segundo ele, o rio funciona como um verdadeiro laboratório natural e exige preservação permanente para garantir qualidade ambiental às futuras gerações. O professor também defendeu a aproximação entre universidade e comunidade, afirmando que o conhecimento científico precisa caminhar ao lado da vivência de quem mora, trabalha e convive diariamente com o rio.
Durante a entrevista, outro tema que chamou atenção foi a referência a estudos avançados em São João do Ivaí para a criação de uma área de proteção ambiental entre a região do Rio Ivaí e o município de Fênix. Conforme os entrevistados, a área abriga organismos raros, como esponjas de água doce encontradas em rochas do leito do rio e de afluentes, espécies consideradas indicadoras de boa qualidade ambiental. A mobilização em defesa do Rio Ivaí continua e novos eventos devem ocorrer nos próximos meses, incluindo uma programação prevista para abril em Porto Ubá.




























































































































































































































