
O Paraná aparece como o terceiro estado brasileiro com maior disponibilidade de recursos em caixa, somando R$ 27,6 bilhões em agosto de 2026. O levantamento foi apresentado pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), durante audiência pública realizada nesta terça-feira, 13 de outubro, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), para prestação de contas referente ao segundo quadrimestre do ano. O Estado fica atrás apenas de São Paulo, com R$ 69,5 bilhões, e Minas Gerais, com R$ 39,5 bilhões.
A disponibilidade de caixa representa os recursos que o governo possui para cumprir compromissos financeiros e realizar investimentos, já descontadas as despesas contratadas e obrigações imediatas. Segundo o secretário da Fazenda em exercício, Luiz Paulo Budal, os números refletem o equilíbrio das contas públicas e permitem manter serviços essenciais, além de ampliar investimentos em diferentes setores.
Outro destaque apresentado foi o volume de investimentos. Entre janeiro e agosto deste ano, o Paraná empenhou R$ 7,6 bilhões, superando os R$ 7,2 bilhões registrados durante todo o ano de 2025. Desse total, R$ 5,56 bilhões já foram liquidados, crescimento de 142% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o valor chegou a R$ 2,3 bilhões.
De acordo com os dados divulgados, o Paraná também aparece na segunda posição nacional em investimentos liquidados nos primeiros oito meses de 2026, atrás apenas de São Paulo. Entre as áreas contempladas estão Urbanismo, com R$ 1,47 bilhão, e Agricultura, com R$ 1,18 bilhão. A Secretaria da Fazenda informou ainda que o Estado mantém classificação A+ na avaliação de capacidade de pagamento, o que favorece a obtenção de financiamentos.
Na Educação, foram destinados R$ 13,2 bilhões entre janeiro e agosto, correspondentes a 33,95% da receita líquida de impostos, acima do mínimo constitucional estadual de 30%. Já na Saúde, os recursos chegaram a R$ 5,2 bilhões, representando 13,28% da receita, também acima do mínimo obrigatório de 12%.
Os resultados apresentados pelo Governo do Paraná apontam para uma situação de disponibilidade financeira que permite ao Estado manter compromissos e executar investimentos. Os dados fazem parte da prestação de contas oficial referente aos dois primeiros quadrimestres de 2026.




























































































































































































































