IVAIPORÃ – Homem foge com telefone, briga de vizinhas e entre enteado e padrasto

FURTO – Na manhã desta quinta-feira, 23 de abril, a Polícia Militar do Paraná foi acionada para atender uma situação envolvendo um homem em atitude suspeita na Avenida Souza Naves, em Ivaiporã. Segundo relato da solicitante, o indivíduo entrou na recepção do estabelecimento dizendo que havia saído da cadeia e precisava usar o telefone. A funcionária permitiu a ligação, porém ele não conseguiu contato com ninguém. No momento em que outra colaboradora apareceu, o homem saiu correndo e tomou rumo ignorado. A equipe policial realizou patrulhamento nas imediações, mas o suspeito não foi localizado. A solicitante recebeu as orientações necessárias.

CONFUSÃO – Ainda na quinta-feira, a Polícia Militar atendeu outra ocorrência na Avenida Presidente Tancredo Neves, em Ivaiporã, envolvendo denúncia de ameaça entre vizinhas. A moradora relatou que, na hora do almoço, quando saía para trabalhar, a vizinha foi até o portão portando um pedaço de madeira e passou a ameaçá-la. Segundo a vítima, a autora ainda correu em direção à motocicleta dela e só recuou quando foi informada de que havia câmeras registrando a situação. Mais tarde, ao retornar para casa, a mulher afirmou que a vizinha voltou a se aproximar com o mesmo pedaço de madeira e acompanhada de um cachorro. Diante dos fatos, a Polícia Militar foi acionada. A vítima informou ainda que as ameaças seriam frequentes e atingiriam também outros vizinhos e até o filho dela. No local, foi confeccionado Termo Circunstanciado por ameaça.

BRIGA – Já na madrugada desta sexta-feira, 24 de abril, por volta de 2h30, a Polícia Militar foi chamada para atender uma situação de vias de fato na Avenida Paraná, em Ivaiporã. Ao chegar no endereço, os policiais encontraram uma mulher e um homem conversando em tom elevado, ambos em visível estado de embriaguez. Eles foram identificados como mãe e filho. O homem relatou que o padrasto teria agredido sua mãe e que os dois entraram em luta corporal na rua. No entanto, a própria mulher negou a versão e disse que o filho partiu para cima do convivente, que deixou o local. Ela ainda afirmou que discussões familiares são frequentes. Diante da situação, a equipe realizou as orientações cabíveis e pediu que todos se retirassem do local, já que o barulho e o estado de exaltação caracterizavam perturbação do sossego.