IVAIPORÃ – Mais informações sobre suposta agressão praticada por empresária contra uma estudante de medicina

Neste dia 29 de abril, recebemos mais informações sobre uma confusão registrada no sábado, 25 de abril, por volta de 13h, na Rua Rio Grande do Sul, em Ivaiporã, que resultou em boletim de ocorrência por lesão corporal. O relato inicial é de que o caso envolveu mulheres ligadas a estabelecimentos comerciais da região e ganhou repercussão nas redes sociais.

Segundo o boletim da Polícia Militar, a equipe foi acionada para atender uma situação de agressão. No local, uma mulher, iniciais S. R. T, relatou que viu M. H., sua amiga, sendo agredida com empurrões e socos e, ao tentar intervir, também acabou ferida no rosto e pescoço pela agressora de iniciais J.F. Ainda conforme o registro, a outra parte compareceu posteriormente para apresentar sua versão, alegando desentendimento antigo envolvendo ponto comercial e supostas provocações mútuas.

Após a repercussão do caso, M. H. S., procurou a reportagem para apresentar sua versão dos fatos. Ela afirmou ser estudante de medicina e disse que estava fechando a loja de sua mãe, acompanhada de seu irmãozinho, que é menor e uma criança especial, quando questionou a comerciante sobre filmagens e provocações que, segundo ela, vinham acontecendo há cerca de nove meses. Conforme o relato, após a pergunta, teria sido agredida com empurrões e puxões de cabelo por J.F.

M. H., também afirmou que sua amiga, S. R. T, tentou defendê-la e acabou sendo agredida pela lojista e por um adolescente, filho dela, que é menor e, segundo relato, praticante de artes marciais. Segundo M. H., o episódio teria causado constrangimento e danos à imagem dela e de sua família após versões diferentes circularem publicamente.

A jovem ressaltou ainda que não é empresária, como citado em outras publicações, explicando que o comércio pertence à mãe dela. “Depois que minha mãe abriu a loja, que nada tem a ver com o segmento da loja dela, a acusada passou a nos perseguir até resultar nesta lesão corporal do dia 25 de abril”, disse Maria Helena.

O caso segue agora para apuração das autoridades competentes, que deverão analisar as versões apresentadas pelas partes envolvidas. O nome da acusada, cuja versão dela foi publicado na primeira reportagem, foi preservado pelo fato de seu filho ser menor de idade. A divulgação da identidade dela poderia levar à identificação indireta do adolescente, o que é vedado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).