
A Polícia Militar registrou, na tarde de sexta-feira, 12 de junho, dois furtos praticados por um mesmo grupo criminoso em estabelecimentos comerciais localizados na Avenida Curitiba, na região central de Apucarana. Segundo os boletins, os autores utilizaram a mesma estratégia para distrair funcionários e furtar produtos de alto valor.
A primeira ocorrência foi registrada por volta das 16h05 em uma loja da Natura. Conforme relato da responsável pelo estabelecimento e análise preliminar das imagens de monitoramento, um casal entrou na loja empurrando um carrinho de bebê que, posteriormente, foi constatado estar vazio. Dentro do estabelecimento, os dois passaram a simular uma situação de mal-estar, alegando que um deles estava passando mal, com o objetivo de atrair a atenção dos funcionários. Enquanto os colaboradores prestavam auxílio ao casal, uma terceira pessoa entrou na loja e furtou diversos frascos de perfumes expostos. Após a ação, os três suspeitos deixaram o local e fugiram em rumo ignorado. A vítima foi orientada a disponibilizar as imagens do sistema de monitoramento à Polícia Civil para auxiliar nas investigações.
Pouco tempo depois, às 16h30, a mesma equipe policial foi acionada para atender outro furto, desta vez em uma loja de eletrônicos localizada também na Avenida Curitiba, identificada como Loja Vitalício. Em contato com a gerente, os policiais foram informados de que três pessoas, duas mulheres e um homem, haviam furtado dois aparelhos iPhone da vitrine utilizando exatamente o mesmo modus operandi. Segundo o relato, um casal sentou-se no interior da loja para chamar a atenção dos funcionários, momento em que o homem simulou estar passando mal e pediu água. Enquanto os colaboradores prestavam atendimento, a terceira integrante do grupo aproveitou a distração para abrir a vitrine e furtar os celulares.
Toda a ação foi registrada pelas câmeras de segurança do estabelecimento. Apesar das diligências realizadas pela Polícia Militar nas imediações, os suspeitos não foram localizados. Os casos serão investigados pela Polícia Civil, que utilizará as imagens de monitoramento para tentar identificar os autores.


































































































































































































































